“The Sims” chega ao Facebook e leva os jogos sociais a um outro nível

Sempre fui fã dos jogos da Electronic Arts – mas, quando se trata de The Sims, a coisa parte mesmo é para o fanatismo. A história da EA no mundo dos jogos sociais começou para valer em 2009, quando ela comprou a Playfish pela bagatela de US$ 275 milhões em dinheiro.

Um pouco antes disso, mais precisamente em 2007, a EA já dava a sua primeira cartada no mundo dos jogos sociais lançando o The Sims Online. Infelizmente, o jogo não fez o sucesso que todos esperavam, sendo rapidamente abafado pelo então bem-sucedido Second Life.

The Sims Online tinha tudo para ser um blockbuster, mas carregava todas as inconveniências de um jogo comum para computador: a plataforma (Windows, Mac, Linux), o hardware e o custo, que no Brasil ainda é um caso em discussão.

The Sims na era social

Mas com o lançamento de The Sims Social, todos esses problemas foram por água abaixo. O jogo é totalmente desenvolvido em Flash e gratuito dentro do Facebook. Com isso, muito mais usuários podem jogar sem nenhuma burocracia.

O game carrega todas as características de sua versão original para computador, inclusive as frases que compõem o loading – “Loading, loading screen…”, “Clicking like…” –, marca registrada do título.

Mas se The Sims Social é grátis, como a EA ganha dinheiro nessa história? Simples: como todo bom jogo, precisamos evoluir alguma coisa – seja uma fazenda ou um personagem, e é esse o pilar principal. A evolução precisa ser no tempo certo, nem rápida demais nem muito lenta, e a venda de moedas virtuais acelera essa evolução. Isso fatalmente faz com que você namore a tela de compra de moedas e acabe contribuindo com os cofres da EA.

O preço é bem acessível e os diversos meios de pagamento facilitam muito a compra das moedas douradas (SimCash). O pacote mais barato, com 35 SimCash, custa R$ 8,11. O mais caro, com 900 SimCash, custa R$ 162,10.

Uma nova era para os social games

The Sims Social é um jogo que promete revolucionar a maneira com que as pessoas interagem: nele você fará amigos, amores e, claro, inimigos – que podem entrar na sua casa e azucrinar a sua vida. Tudo isso com pessoas reais, seus amigos de verdade, que estão marcados como vizinhos.

No seu primeiro dia disponível para o público, os acessos derrubaram por horas o servidor da EA, deixando muita gente com água na boca e dando reload sem parar na página do aplicativo.

E aí, preparado para entrar num mundo novo e ser aquela pessoa que você sempre sonhou? Então entre agora na página oficial do game e monte o seu personagem – só não vai jogar no horário do trampo, hein! ;)

 

P.S.: E aí, HTML5, onde está o seu Deus agora? :D

3 Comentários

  1. Pequeno Viking

    Poorra! Irado, velho! Sempre preferi muito mais Sim City a The Sims, mas quero ver como vão resolver o jogo. Mal consigo imaginar a dificuldade técnica da produção… Mas o negócio tem um potencial foda – a maioria das pessoas que eu vi jogar The Sims gostavam de recriar no jogo pessoas do mundo real.

    Ow… e que música chata da porra a desse trailer! hahahaha



  2. Pingback: Flash x HTML5: a opinião do Zeh Fernando :: Mochila Binária

  3. neverton

    esse jogo e muito bom



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